descartavel.info
Profecia sobre a indústria do entretenimento?
Author: sassini05.05.2011
18:50“Motion Pictures are going to save our civilization from the destruction which has successively overwhelmed every civilization of the past. They provide what every previous civilization has lacked — namely a means of relief, happiness, and mental inspiration to the people at the bottom. Without happiness and inspiration being accessible to those upon whom the social burden rests most heavily, there can be no stable social system. Revolutions are born of misery and despair.”
- Mary Gray Peck, General Federation of Women’s Clubs, 1917.
read comments (0)Tá difícil arrumar tempo pra postar
Author: reano29.04.2011
18:18
read comments (0)Bitch
Author: reano28.02.2011
16:58
read comments (0)The landlord
Author: reano04.02.2011
19:06
read comments (0)Pulp Wars
Author: reano04.02.2011
19:02
read comments (0)Icebox
Author: reano04.02.2011
18:50
read comments (0)Keep going
Author: reano23.12.2010
14:41
read comments (0)Penelope
Author: reano23.12.2010
14:39She is so fucking cute.

read comments (0)Facciamo girare la canna
Author: reano23.12.2010
14:38
read comments (0)Lost moments
Author: reano23.12.2010
14:33
read comments (0)You can do better than that
Author: reano23.12.2010
14:30
read comments (0)Try looking at the stairs
Author: reano23.12.2010
14:29
read comments (0)Your heart has stopped
Author: reano23.12.2010
14:27
read comments (0)Watch out!
Author: reano27.10.2010
18:29
read comments (0)Starlight
Author: reano27.10.2010
17:10Por: Supermen Lovers
Sun is rising up on the the east side
A chance for everyone
I’ve been dreaming of the city for long time
Far from my own town
(You) I see
(Will see) My dream
(Your dream) For real
(Come true)
(You) I will
(Will rise) Will rise
(Above) Above
(The rules)
(Love release our mind, you are what we want)
Heart is pure and thoughts are clear
Not gonna mess around
(Time has taken our life you are what we need)
Mum and Daddy will be so proud
City please don’t let me down
Starlight
Can you give me the fame
Can you hurl me the game
Oh oh starlight
(Starlight have what you need)
Time has come for me to be someone
A rich man, a superstar
And faith is all you need to be the one
Far from my own ground
(You) I see
(Will see) My dream
(Your dream) For real
(Come true)
(You) I will
(Will rise) Will rise
(Above) Above
(The rules)
(Love release our mind, you are what we want)
Heart is pure and thoughts are clear
Not gonna mess around
(Time has taken our life you are what we need)
Mum and Daddy will be so proud
City please don’t let me down
Starlight
Can you give me the fame
Can you hurl me the game
Oh oh starlight
(Starlight have what you need)
read comments (0)A insustentável esperteza do SWU
Author: reano14.10.2010
17:22http://bateestaca.virgula.uol.com.br/2010/10/13/a-insustentavel-esperteza-do-swu/
SWU: pedalando, mas sem sair do lugar (foto: Gabriel Quintão)
Fato: SWU não é, na vocação, um festival de música. Foi o próprio Eduardo Fischer, o publicitário idealizador do evento, quem disse que a música era secundária “porque a maior preocupação do jovem não é com a música, e sim com o futuro do planeta”.
Então o SWU era primeiramente um evento de sustentabilidade? Infelizmente, só na fachada. Bastaram algumas horas por lá para confirmar : o SWU foi mesmo um evento de propaganda e marketing. A música era boa, mas a sustentabilidade era de plástico.
Chegando no estacionamento do Anhembi, em São Paulo, o primeiro contato com a estrutura do SWU decepciona. É um dos ônibus que leva o público para Itu. Ele solta muita fumaça preta e parece surrado por anos de estrada.
Na hora de comprar a passagem, outra surpresa desagradável. “R$ 30″, informa a moça. Trinta reais pra ir e voltar de Itu, tá OK, pensamos. “Não, R$ 30 só de ida”, esclarece a funcionária. Ou seja, pra voltar de Itu serão mais R$ 30 por cabeça. Incentivo ao transporte coletivo versão SWU não sai barato, não!
VERMELHA 1 X 0 VERDE
A viagem é rápida e tranquila e logo estamos na Fazenda Maeda, local do evento. Corremos para pegar a parte final do set do Aeroplane, bem groovado num jeito disco-house de ser. Mixhell entra em seguida, com seleção bem pop (Iggor Cavalera tocando “Rhythm Is A Dancer”, do Snap!; para muito metaleiro isso sim é prova de que nosso planeta está perdido) e momentos de euforia com os solos animais de Iggor na bateria.
Falando em animais, restos mortais de centenas deles vão mudando de cor nas grelhas da praça de alimentação ali do lado: é a linha de montagem de espetos “Mimi” trabalhando a todo vapor. O que mais sai? “De carne [bovina]“. Nem precisava dizer. Se tem um cheiro que marcou a “experiência” SWU nas primeiras horas, foi o de carne bovina assada. Justo a bovina, cuja criação é de longe a mais nociva ao meio ambiente.
Dando uma geral nessa praça de alimentação, procuramos sinais que a diferenciasse da praça de alimentação do rodeio de Jaguariúna. Pois em meio a litros de refrigerante sendo deglutidos em copos de plástico, espetos e mais espetos, pizzas gordurosas, salgadinhos industrializados, o cardápio clássico do junk food, eis que avistamos, tímida no canto, a palavra “vegieburger” (grafado errado mesmo, faltando um g, tudo bem, coisas de falta de familiaridade). Ah, ufa!
DANÇANDO NAS BITUCAS
Pista eletrônica do SWU (foto: Gabriel Quintão)
De volta à tenda eletrônica, vemos Gui Boratto entrando ovacionado e, mesmo com um live que começa paciente e discreto, segura o povo, que vai sendo absorvido por camadas cada vez mais intensas de minimal-tech melódico. Dançamos felizes em cima das centenas de copos de plástico e bitucas de cigarro que vão se acumulando no chão. Culpa do povo? Também, mas cadê as latas de lixo? Cinzeiros então não existem. Tudo bem que distribuíram recipientes de bituca nas entradas, mas não foi pra todo mundo (nós não ganhamos) e quem garante que os que receberam andaram com eles o tempo todo?
Fomos para um rolê pela Maeda e passamos por diversas empresas conhecidas por seu engajamento (cof! cof!) na causa ambiental como Oi, Nestlé, Coca-Cola, e, ah, agora sim, Greenpeace. Ops, não não, é Greenspace na verdade. Heineken Greenspace. É nesse desfile de logomarcas que grita histérica a grande contradição do SWU: na vitrine, ele sorri todo paz e amor, “vamos salvar o planeta”; do lado de dentro, ele grunhe e ri cinicamente, “vamos consumir, gente, vamos consumir!”
Como que para sublinhar essa falta de sinceridade na mensagem, apareceu outra mega-incongruência, revelada pela sempre atenta Flavia Durante: a Fischer tem entre seus clientes a Monsanto, rainha dos transgênicos no mundo e verdadeiro Satanás para ambientalistas de todas as gradações. Quer dizer…
AH, COMO É BOM SER PREMIUM
De volta ao rolê, seguimos em direção ao gramado principal, onde ficam os dois grandes palcos do evento. Como tínhamos credenciais, pudemos adentrar a área “premium” do evento.
Aqui entramos em outro planeta, o tal mundo melhor que já nos foi anunciado em tantas publicidades de condomínio de Alphaville (cidade “premium” que, ironicamente, fica no caminho de São Paulo para Itu). Aqui, o ambiente respira “seleção”. Menos gente circulando, mais opções de comida (mexicano, temaki de salmão, aqui um caso de comida mais saudável e eco-correta, mas para poucos), a chance de disputar espaço no balcão com algum artista do festival.
Se vamos falar em nova mentalidade, em consertar os velhos vícios do mundo, o SWU perdeu uma grande chance de mostrar coerência entre teoria e prática ao ser mais um evento endossando a tradição Casa Grande & Senzala da nossa terra querida, contaminada por essa doença anti-social que faz todo mundo querer ser VIP (ou levar vantagem, como queira) em tudo na vida.
O mundo sustentável será, seguramente, um mundo menos desigual, mais coletivo, mais solidário, mais humanitário. O mundo da cabeça antiga tem a ver com segregação, individualismo, lucro acima de tudo e consumismo.
Com água a R$ 4, refris a R$ 6, cheese-burguers toscos a R$ 12, pista premium, área premium, camping premium, a gritante divisão ente dois mundos, qual é mesmo o mundo que o SWU está defendendo?
Para completar, soam mesquinhas e gananciosas uma série de restrições impostas ao público: fichas de um dia não valem para outro; não pode entrar com água ou comida no festival trazida de fora; não havia bebedouros ou qualquer fonte de água gratuita etc etc.
(…) Trecho Omitido
ECO-LEVIANDADE
Um dos grandes desafios do movimento ambiental é convencer a população a trazer hábitos mais eco-conscientes para o dia a dia, de maneira realista e sem parecer chato.
O SWU manobrou demais para o outro lado: fez sustentabilidade parecer brincadeira, superficial e leviana, curtição de fim de semana. Todo mundo vai lembrar daquele incrível labirinto de lixo compactado, mas quantos começarão a separar o lixo no dia seguinte em casa?
Apesar da tecla ter sido o tempo todo “começa com você”, ajudaria muito se o exemplo viesse de cima.
read comments (0)Fuck You! – By Cee-lo Green
Author: reano01.10.2010
16:32
read comments (0)Miedo
Author: reano18.07.2010
22:38Por: Lenine
Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis
Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da
El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor
Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo… que dá medo do medo que dá
Medo… que dá medo do medo que dá
read comments (0)Coca-Cola & Pepsi Cola Logos
Author: reano04.05.2010
12:11

read comments (0)Fique CALMO: algo sobre tudo o que você já aprendeu
Author: reano29.04.2010
13:09Fique calmo.
Você tem cinco anos de idade e só queremos que você sente nesta cadeira desconfortável por 5 horas.
Não começaremos por tanto tempo. No início há mais intervalos e períodos lúdicos. Vamos aumentando aos poucos.
Portanto, fique calmo.
Amanhã você também sentará nesta cadeira desconfortável por mais algum tempo.
De segunda a sexta e, às vezes, no sábado também. Embora por menos tempo.
E quando finalmente aprender a sentar nesta cadeira desconfortável por cinco horas, lá na frente estará um sujeito que falará durante as cinco horas sobre assuntos que, possivelmente, não interessam a você.
Não é culpa dele. Talvez nem ele saiba mais o que está fazendo ali.
Pois ele, antes de você, já teve a fase em que sentou-se, durante anos, em uma cadeira desconfortável durante cinco horas, ouvindo alguém falar sobre coisas que não lhe interessavam.
E, depois de passar por um processo desses, repetidamente, é bem possível que ele já não ligue mais para isso. Note como ele fala calmamente.
Assim, fique calmo.
Você não está aprendendo Matemática. Não está aprendendo Língua Portuguesa. Não está aprendendo Ciências. Isso é só a fachada.
O currículo está para o verdadeiro ensino como o restaurante sem movimento está para a lavagem de dinheiro de algum negócio ilícito. É só a fachada.
O que você aprende de verdade é que você deve suportar situações insuportáveis por períodos longos do seu dia, repetidamente ao longo de anos de sua vida.
A cadeira desconfortável em que você se senta por milhões de minutos está moldando sua bunda para o que bilhões de adultos costumam chamar de cotidiano.
Esse aprendizado tornará mais fácil e cômodo aceitar aquilo que se espera de você daqui a alguns anos.
E o cara lá na frente é uma espécie de boneco de treinamento. A exemplo dos simuladores, ele não pode feri-lo de verdade. Mas está condicionando você para a coisa mais importante nesta vida:
RESPEITAR A AUTORIDADE. A AUTORIDADE SÓ FALA A VERDADE.
E, pode acreditar, você terá oportunidade de respeitá-la e também de ser autoridade, às vezes simultaneamente, às vezes como boneco de treinamento. Ser, nessa máquina, uma engrenagem. Que é movida mas que move também
Sem respeito à autoridade, o mundo como o conhecemos não funciona. E todo o mundo sabe como o mundo, tal e qual o conhecemos, é ótimo. Todos o adoram. Ninguém quer engrenagens que se movam em algum sentido inesperado.
Então. Fique calmo. E sentado.
Outra coisa importante: errar é horrível.
Esperamos que você só acerte nesta vida.
Sabemos que ter medo de errar prejudica a criatividade, pois a criatividade presume eventuais erros.
Mas também ninguém espera que todo o mundo seja criativo. Afinal, o que seria da autoridade se todo o mundo começasse a ser criativo e tivesse liberdade para errar sem medo?
Assim, mais fachada: parece bonito ensinar alguém a só acertar, mas de verdade o que você tem que aprender mesmo é o medo de errar.
O mercado não admite erros.
Não havíamos tocado neste assunto, ainda.
O mercado.
Mas saiba que o mercado é a cola que une a sua bunda a essa cadeira desconfortável. Afinal, você precisa, um dia, ser capaz de ser um empregado e fazer parte do mercado.
É por isso que você está sentado. Sentado e calmo.
Fique calmo.
E, depois de anos de cadeira, ouvindo alguém falar de coisas que não lhe interessam em absoluto, você passará por uma coisa chamada vestibular.
O vestibular verifica se você ouviu e absorveu o suficiente de coisas desinteressantes e se, assim, será capaz de, mais tarde, vender seu tempo para projetos que também não lhe interessam necessariamente. E, assim, ser um empregado exemplar.
Isso tudo depende de:
* sua capacidade de ficar sentado em uma cadeira desconfortável, que indica sua predisposição a suportar situações insuportáveis
* sua capacidade de não questionar a autoridade, tão firmemente desenvolvida e fixada ao longo de anos que você nem a percebe
* sua capacidade de se interessar por assuntos que não o interessam realmente, que é uma espécie de auto-engano que as grandes empresas costumam chamar hoje de proatividade e de sinergia
Se você tiver absorvido tudo isso, certamente passará no vestibular. Muito embora – e mais uma vez entramos no tema da fachada – o vestibular pareça medir coisas como Matemática, Língua Portuguesa e Ciências.
Podemos concluir, grosso modo, que quanto mais concorrida a vaga de um curso, mais ela exige das três capacidades acima arroladas.
Matemática, Língua Portuguesa e Ciências são índices apenas. Na verdade, estão para o verdadeiro ensino como o hambúrguer está para o cadáver do boi.
Ainda assim, FIQUE CALMO.
Sim. Finalmente, você entrou em uma faculdade.
PARABÉNS!
Mais alguns anos de cadeira desconfortável. Só para garantir.
Mas agora você não precisa ficar sentado nela durante tanto tempo. Não é preciso. Seu espírito já se dobrou. Possivelmente, ele está sentado neste momento, suportando alguma situação insuportável, mesmo quando você está em pé.
Bem calmo.
É bem provável que essa faculdade em que você entrou tenha como slogan algo semelhante a “preparamos para o mercado” com a foto de um modelo sorridente abaixo.
Não confunda: ele não é um estudante da instituição, mas os dentes daquele sorriso são o mercado.
Para as fachadas mais humanas, o slogan é algo como “preparamos para a vida”. Que, considerando que vida e mercado hoje são quase sinônimos, dá na mesma.
“Preparamos cidadãos” – e seus equivalentes – quer dizer “ensinamos você a usar o Procon”. Porque, no mercado, o bom cidadão é o consumidor. Talvez a única vez que você tenha questionado o sujeito que fala coisas desinteressantes lá na frente tenha sido dizendo algo como: “Ei, eu pago o seu salário! Sou um consumidor!”. Parabéns, você aprende rápido.
Pois se você é incapaz de consumir, não é um cidadão de primeira classe. Talvez nem seja um cidadão.
E o mercado pede que você seja um cidadão. E o máximo a que o seu questionamento será capaz de chegar irá até estas três letrinhas: SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).
Se as empresas quisessem atender pessoas, colocariam gente de verdade atendendo aos telefonemas. E não gravações ou outras pessoas lendo scripts e preparadas pelo mercado.
Por isso, o mercado – de olho no futuro – cola sua bunda à cadeira desconfortável durante horas.
Para aprender a suportar situações insuportáveis, respeitar a autoridade e para nivelar sua criatividade tão aceitavelmente quanto a volúpia de um gato castrado.
Para que assim, um dia, você possa contribuir e, só então, consumir: realimentando o processo.
Eu sei que, aos cinco anos de idade, é difícil entender o que está acontecendo.
Mas peço que, por alguns instantes e nos seguintes, você FIQUE CALMO.
Em alguns anos você vai aceitar tudo perfeitamente.
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