Archive for the 'Misc' Category

Objetivo

Author: reano
19.01.2009

Por: Millôr Fernandes

“Tudo é questão de objetivo -você pode ser o último dos mais rápidos ou o primeiro dos mais lentos.”


Cospe ou engole?

Author: reano
16.01.2009

Ski + Sjydive + Basejump

Author: reano
14.01.2009

Everything is cracked

Author: reano
12.01.2009

crack

Inteligência

Author: reano
12.01.2009

Intelligence is a crazy horse: you have to learn to hold its reins, to feed it the rights oats, to groom it, and sometimes to use the whip.

Ou

A inteligência é um cavalo louco, é preciso aprender a segurar suas rédeas, a alimentá-lo com boa aveia, a limpá-lo e, às vezes, a usar o chicote.

Supostamente atribuído a Nietzsche.

Prova da Crise

Author: reano
09.01.2009

Como prova da crise mundial, várias empresas já estudam atualizar seus logotipos pra se adequarem à crise mundial.

Retirado daqui.

funnyreccesion

Retirado daqui.

Prever o futuro não é fácil. É por isso que muitos adivinhos e astrólogos revelam suas previsões da forma mais vaga possível. No entanto, quando se trata de forças superiores no mundo da tecnologia, o futuro pertence a quem prevê melhor e com mais antecedência.

É claro que, mesmo os prognósticos aparentemente mais precisos também dão margem a previsões furadas. Veja aqui uma seleção da PC World/EUA com as sete piores previsões do mercado de tecnologia nos últimos 65 anos.

1) O grande computador
“Acho que existe um mercado mundial de talvez cinco computadores.” – Thomas Watson, presidente da IBM, em 1943

Durante o surgimento da indústria da computação, ninguém realmente sabia para onde a novidade iria nos levar. Mas a explosão do desktop, em 50 anos, parece ter enganado a maior parte dos futurologistas da metade do século XX.

Vale lembrar que o “computador” ao qual Thomas Watson se referia era uma máquina quase do tamanho de uma casa. Na época, até fazia sentido dizer que pouquíssimas pessoas desejariam uma máquina daquele tipo.

2) A caixa de madeira
“A televisão não será capaz de se fixar em qualquer mercado onde for inserida após seis meses. As pessoas logo se cansarão de ficar olhando para uma caixa de madeira compensada todas as noites.” – Darryl Zanuck, executivo da 20th Century Fox, em 1946.

Em 1946, o executivo de cinema Darryl Zanuck já havia conquistado seu lugar na indústria de entretenimento como produtor de mais de 100 filmes na grande tela. Sendo assim, quem poderia culpá-lo pela tentativa de subestimar o poder da pequena tela da TV? Se Zanuzk estivesse vivo hoje em dia, talvez também se encontrasse hipnotizado como o resto de nós pela repetitiva programação da TV atual.


3) Invasão nuclear
“Aspiradores de pó movidos a energia nuclear serão provavelmente uma realidade em dez anos.” – Alex Lewyt, presidente da Lewyt, fabricante de aspiradores de pó, em 1955.

Nos anos 50, a única coisa mais certa do que a ‘ameaça comunista’ era, inevitavelmente, a energia atômica. Então quando o presidente da fabricante de aspiradores de pó de Nova Jersey, nos Estados Unidos, previu um futuro com produtos movidos a energia atômica capazes de sugar qualquer sujeira dos lares norte-americanos, a notícia deve ter feito poucas sobrancelhas se levantarem. A radioatividade pacífica parecia tão segura como asbestos.

É evidente que a visão de Alex Lewyt ainda pode ser tornar realidade, e provavelmente não será até bem depois de um tempo em que reatores nucleares sejam alistados para manter todos os robôs exterminadores no futuro pós-SkyNet.

4) PC para quê?
“Não há razão para que qualquer pessoa queira ter um computador em sua casa.” – Ken Olsen, fundador da Digital Equipment Corporation, em 1977.

A Digital Equipment Corporation (DEC) foi adquirida pela Compaq há mais de uma década, mas em 1970 era a grande força no mundo da computação. Apologistas argumentam que o presidente da DEC, Ken Olsen, soltou sua ironia antes do advento do PC como o conhecemos. No entanto, os computadores pessoais como o Altair já haviam chegado ao mercado alguns anos antes. E quatro anos após a declaração de Olsen, o lançamento do IBM PC reforçou sua posição no hall dos escorregões da tecnologia.

5) Engolindo as palavras
“Quase todas as previsões feitas agora sobre 1996 se baseiam no contínuo crescimento exponencial da internet. Mas eu prevejo que logo a internet vai se tornar uma espetacular supernova e em 1996 entrará em colapso catastroficamente.” – Robert Metcalfe, fundador da 3Com, em 1995.

Além de ter sido uma lenda entre os visionários de tecnologia e o homem conhecido como o inventor da Ethernet, Bob Metcalfe também era colunista da InfoWorld. E foi em um dos artigos para a revista que ele fez o que pode ser considerado o comentário mais lamentável de sua carreira. Na verdade, ele chegou a prometer que engoliria suas palavras caso o augúrio estivesse errado. Em 1999, Metcalfe cumpriu a promessa durante uma palestra na International World Wide Web Conference, quando misturou uma cópia impressa do artigo com algum líquido e o engoliu em frente ao público.

6) Maçã podre
“A Apple já está morta.” – Nathan Myhrvold, ex-Chief Technology Officer (CTO) da Microsoft, em 1997.

Na realidade, quase todos na indústria da computação pensavam que a Apple estava em seus últimos dias, quando o CTO da Microsoft, Nathan Myhrvold fez este comentário, em 1997.

Quem teria previsto que, pouco mais de uma década depois, aquela mesma empresa em decadência estaria aumentando sua participação no mercado de desktops, dominando o mercado de música digital e tornando-se um dos três maiores no segmento de smartphones?

7) O fim do spam
“Em dois anos, o spam terá desaparecido.” – Bill Gates, fundador da Microsoft, em 2004.

De acordo com as estimativas mais recentes, o montante de spam que atualmente invade nossas caixas de e-mail – e que representa 92% de todas as mensagens eletrônicas trocadas no mundo, está longe de ser erradicado. Certamente não foi uma das melhores apostas de Bill Gates.

Doe

Author: reano
25.12.2008

Wikipedia Affiliate Button

23.12.2008

When you pirate MP3's you are downloading communism

23.12.2008

Satisfação = Resultado – Expectativa

Sobre a morte

Author: reano
23.12.2008

Phil Cousineau escreveu um livro (“Deadlines”) sobre comentários de personagens famosos a respeito da morte. Aqui vão alguns:

“Quando eu descobrir o que veio antes – a galinha ou o ovo -, tentarei voltar para dizer a todo mundo” (J. Armstrong).

“Estou morrendo da mesma maneira que vivi – além de minhas posses” (Oscar Wilde).

“Prefiro ir para o inferno, onde vou ter a companhia de papas, reis e príncipes; o Céu só tem mendigo” (Maquiavel).

“Pratique a morte; você vai ter que experimentá-la um dia” (Platão).

“Filosofia é o estudo da melhor maneira de aceitar o fim” (Montaigne).

“Depois de reinar por cinqüenta anos, resolvi contar os dias felizes que tive: foram 14. Não valeu a pena tanto esforço” (Abd al-Rahman).

“Quando vemos o anjo de morte de longe, ele é horrível; mas de perto, ele é belíssimo” (antigo texto muçulmano).

Retirado daqui.

22.11.2008

Ele cresceu!

Author: reano
14.11.2008

24.10.2008

SAUDADE é  quando o momento tenta fugir da recordação para aparecer de novo e não consegue.

RECORDAÇÃO é quando, sem autorização, o teu pensamento torna a mostrar um episódio.

ANGÚSTIA é um  nó muito bem apertado no meio da tranquilidade.

PREOCUPAÇÃO é como uma cola que não deixa sair do teu pensamento aquilo que nem sequer aconteceu.

INDECISÃO é quando você sabe muito bem o que quer, mas parece que você deveria optar por outra coisa.

SEGURANÇA é quando a idéia se cansa de procurar e pára.

INTUIÇÃO é quando o teu coração dá um salto ao futuro e regressa imediatamente.

PRESSENTIMENTO é quando passa pela tua mente o “trailer” de um filme que pode muito bem nem acontecer.

VERGONHA é um pano preto que você deseja que te cubra naquele momento.

ANSIEDADE é quando os  minutos parecem intermináveis para que você consiga o que quer.

INTERESSE é um sinal de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

SENTIMENTO é a língua que o coração usa quando necessita mandar alguma mensagem.

RAIVA é quando o leão que vive em ti mostra os dentes.

TRISTEZA é uma mão gigante que aperta o coração.

FELICIDADE é um momento que não tem pressa nenhuma.

AMIZADE é  compartilhar a vida com aqueles que você ama, por mais diferentes que eles sejam.

CULPA é quando você está convencido que  podia ter feito algo diferente, mas nem sequer tentou.

LUCIDEZ é um acesso de  loucura ao contrário.

RAZÃO é quando o cuidado aproveita que a emoção esteja dormindo e toma o comando.

VONTADE é um desejo que nos incentiva a fazer novas descobertas.

PAIXÃO é quando, apesar da  palavra “perigo”, o desejo chega e se instala.

AMOR é quando o resto da tua vida não é  suficiente para compartilhar com essa pessoa tão especial.

13.10.2008

Por Roberto Pompeu de Toledo

“Identificar no crash dos bancos americanos o fim de uma era é avançar sobre o futuro com os mesmos precários instrumentos dos operadores doidivanas de Wall Street”

Uma charge na revista New Yorker de algum tempo atrás mostrava um cidadão da Roma antiga que, ao datar um documento, faz um gesto de desconsolo e se lamenta: “Esqueci de novo! Pus a.C. em vez de d.C.“. Explicar a graça de uma piada é a melhor forma de desmoralizá-la, mas, vamos lá, abramos uma exceção. O romano cometia o mesmo erro, hoje tão comum, de ao emitir um cheque, no começo do ano, repetirmos a data do ano que terminou. No seu caso errara de era – em vez de “depois de Cristo”, escrevera “antes de Cristo” –, e é desse fato que a charge extrai seus efeitos. Como é que o diabo do romano podia saber que já estava na era do d.C., e não do a.C.? Aliás, como é que podia saber que na remota província da Judéia, por aqueles dias, nascera de uma obscura família um bebê destinado a se tornar a figura central de uma nova religião?

A charge se desdobra de um absurdo a outro. Mesmo que o romano tivesse consciência do nascimento do bebê, dificilmente adivinharia que a religião nele inspirada viria a tornar-se tão importante que dali a três séculos se tornaria a religião oficial do Império. E mesmo que tivesse consciência disso não poderia adivinhar que, passados mais alguns séculos, o domínio da nova religião seria tal que o próprio modo de contar o tempo seria dividido entre antes e depois do nascimento de seu personagem central. O romano da charge é um portento. É capaz de sacar contra o futuro com pontaria precisa e alcance de vários séculos.

Nos últimos dias, ao comentarem o crash do sistema financeiro americano, muitas foram as pessoas – e entre elas reputados especialistas em suas áreas – que anunciaram o fim de uma era. Seria o fim do liberalismo, do neoliberalismo, do capitalismo, de um certo capitalismo, da hegemonia americana, de um modo de vida, de um modo de encarar o mundo, talvez mesmo o fim do mundo – escolha-se o fim do que se quiser, mas que seria o fim muito grave e sério de alguma coisa, seria. Algumas pessoas anunciavam o fim de uma era por ideologia; elas não gostam do neoliberalismo, do capitalismo e da hegemonia americana, e prevêem seus fins por coincidir com seu desejo.

Outras – e estas são mais interessantes – o fazem pelo irresistível impulso de avançar o sinal da história. A sensação é muito boa. Equivale a nada menos do que subjugar o tempo, e tê-lo aos pés como a um gatinho manso. Vive-se a emocionante experiência de ver a história brotar do solo. É como se o turco que invadiu Constantinopla pudesse ter gritado aos companheiros naquele cruel ano de 1453: “Vamos logo, que estamos inaugurando a era moderna!”. Ou como se o transeunte que passou pela Rua Saint-Antoine, em Paris, no dia 14 de julho de 1789, e viu a turbamulta atacar a Bastilha, pudesse ter comentado com a mulher, ao voltar para casa: “Sabe o que eu vi hoje, querida? O início da era contemporânea”. Antecipar um marco histórico nos faz tão poderosos, no saque contra o futuro, quanto o romano da charge.

A isso se acrescenta o prazer de desafiar a monotonia do tempo. Todo dia é a mesma coisa: amanhece, entardece, anoitece. Vai-se ao trabalho, à noite vê-se televisão, dorme-se. Mas espera que aí vem bomba! Nada mais será como antes! Em sete anos, esta é a segunda vez que assistimos a uma chuva de profecias de uma nova era. A anterior foi no 11 de setembro de 2001. Nada também seria como antes. O que concretamente mudou foi que em Nova York não existem mais dois vistosos prédios. A guerra que se seguiu, contra o Iraque, foi uma prova de que tudo continuou tão igual que os Estados Unidos foram capazes de cometer o mesmo erro do Vietnã, envolvendo-se num conflito sem sentido e sem saída.

O problema é que a história é tão exasperadamente lenta em manifestar-se que só se percebem seus movimentos décadas ou séculos depois. Na vida real, é mais aceitável o transeunte da Rua Saint-Antoine ter comentado com a mulher que aquele dia 14 de julho não teve nada de mais, só um incidentezinho na Bastilha. Querer flagrar a história no próprio instante em que está dando o pinote é vão. Aliás, não existem pinotes. O que existem são convenções futuras em que se fincam os marcos das transições. Profetizar o fim de uma era é avançar sobre o futuro com os mesmos precários instrumentos dos operadores doidivanas de Wall Street.

Retirado daqui: http://arquivoetc.blogspot.com/2008/10/roberto-pompeu-de-toledo.html

07.10.2008

Trancoso é bom demais.

22.09.2008

O blog Daily Film Dose tem uma página com as melhores cenas em plano sequeência do cinema.

Inclusive com vídeos de cada uma delas. Acesse aqui.

Conhece outras cenas em plano sequência legais? Comente.

O silêncio dos bons

Author: reano
03.08.2008

Por: Martin Luther King Jr.

“O que mais me preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons.”

The Bubble Project

Author: reano
16.05.2008

Site muito legal: The Bubble Project

cavamneto

Author: reano
08.05.2008


Mais no cersibon.